Grupo de partilha

Jaculatória: Com Maria, Venha o Teu Reino!

Orientações Gerais para Iniciação do GP

Apresentação

Diante do caminhar de nossa comunidade e sempre buscando atingir nossos objetivos sentimos uma atração de Deus em dedicarmos ao trabalho das famílias. Isto iniciou com um trabalho em minha família, Quando por iniciativa de um irmão, promovemos um retiro espiritual para nossa própria família e como conseqüência deste retiro iniciamos um Grupo de Partilha. Esta idéia de grupo de partilha já existia em nossa comunidade, mas até então não tínhamos uma forma de colocar em prática e esta foi a grande oportunidade. De um lado estávamos tendo uma experiência concreta de como fazer um GP de outro, e ai uma novidade, fazer GP em família.
Certamente que a minha família não estava em compromisso com a Comunidade Maria Mãe de Deus – ComDeus, mas como Deus “escreve certo por linhas tortas”, vemos que um apostolado começa a nascer e inserido na ComDeus, assim estamos dando passos e Oxalá tudo chegue a um denominador comum, para a Glória de Deus, que faz o Seu plano de amor acontecer em nosso meio para nos aproximar da comunhão com Ele.
Como vimos na prática muitas pessoas ignoram ou fazem uma idéia errada de como funciona um GP, assim estas orientações são para esclarecer e dar o sentido exato de como fazer um GP buscando atingir seus objetivos.

Antonio Ribeiro de Castro - Fundador da ComDeus


O Processo de formação

Os Grupo de Partilha

A) Introdução

Os GP têm sua inspiração nas primitivas comunidades cristãs. Para elas olham, visando captar seu espírito e injetá-lo nos Grupos de Partilha, nascidos do sopro do Espírito Santo. Pretendem vivê-lo em circunstâncias, em situações, em ambientes e em culturas muito diferentes daquelas em que floresceram as primeiras comunidades cristãs.
Por isso, é necessário que olhemos para elas com amor, procurando assimilar diretamente na palavra inspirada aquilo que elas foram, com espírito flexível e real que tem o que é essencial, procurando encarná-lo discretamente na comunidade, fazendo dos seus elementos essenciais a base evangélica dos Grupos de Partilha.

B) O que não é um Grupo de Partilha

• Não é um lugar para discussão ou diálogo sobre teologia, exegese ou pastoral.
Essas atividades são muito proveitosas, mas tem o seu lugar próprio em outra parte. A formação intelectual e doutrinária deve ser cada vez mais cultivada. A instrução, que constitui um dos elementos dos Grupos de Partilha é muito importante e segue uma programação própria, voltada para os aspectos práticos da vida cristã, a partir da nossa espiritualidade.
• Não é o lugar de iniciação à oração, segundo os diversos métodos que existem.
A oração pessoal é um dos preciosos frutos do Batismo no Espírito Santo, e o Senhor vai instruindo intimamente aqueles que se põem em contato com Ele e lhe dão oportunidade de com eles se comunicar. Mas o GP não tem essa finalidade, nem ao menos como meta secundária. Isso não quer dizer que, na instrução, não seja possível tocar de vez em quando nos modos de orar.
• Não é uma reunião para solucionar problemas
Existem pessoas que, a princípio, participam dos GP com essa finalidade principal. Depois, sua intenção vai sendo   purificada, até que elas passam a participar centralizando seu pensamento no Senhor, e não em si mesmas, e com o desejo principal de conhecê-lo, louvá-lo e glorificá-lo.
Claro que Deus, de diversas maneiras, sobretudo por meio do bom uso dos carismas, da acolhida fraternal e do amor que se respira nos GP, acaba realizando verdadeiros prodígios. O GP não pode provocar a alienação dos participantes de suas próprias vidas, gerando assim uma atitude de irresponsabilidade e alheamento. Os problemas pessoais não devem ser a motivação, mas não podem ser ignorados e na medida do possível, na caridade, encaminhada uma solução.
• Não é uma reunião social
Existe esse perigo quando as pessoas são familiares, amigos, vizinhos, profissionais que se conhecem entre si etc. Mas não é difícil livrar-se do perigo dos encontros periódicos nos quais se comentam interesses ou problemas comuns. Se o grupo fosse isso, não teria oportunidade de crescer do ponto de vista espiritual.

C) O Grupo de Partilha não é apenas…

Esta listagem pode nos auxiliar a “ver” melhor o que é um GP, sendo uma maneira simples de verificar nossas motivações.

O Grupo de Partilha:

• não é apenas, fundamentalmente, viver em grupo;
• não é apenas, uma boa organização de grupo e trabalhar unidos;
• não é apenas, a realização de uma série de atividades;
• não é apenas, um ambiente em que nos sentimos bem;
• não é apenas, um ambiente em que somos respeitados, aceitos, queridos, ajudados, compreendidos;
• não é apenas; compartilhar nossas coisas e nossa vida;
• não é apenas um grupo de pessoas “santas”, mas gente que procura a santidade com sinceridade, com a ajuda de Jesus e a força do Espírito Santo; portanto, em uma atitude de constante “conversão”.
Nada poderia ser mais alheio ao espírito íntimo do GP do que a tentativa de formar ali uma “elite especial”. Se assim fosse, haveria escondida nela uma verdadeira soberba, uma oposição à obra do Espírito Santo, bastante perigosa no âmbito espiritual.
Isso significa que a vida da comunidade cristã é algo bem mais profundo, muito embora contenha ou expresse todos os elementos anteriores.

D) Os Grupos de Partilha

A melhor síntese dos elementos de um Grupo de Partilha integrante de uma Comunidade Eclesial pode ser encontrada nos Atos dos Apóstolos: “Eles eram assíduos ao ensinamento dos apóstolos e à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações”. (Atos 2,42).

• O ensinamento dos apóstolos:
“O ensinamento dos apóstolos consistia principalmente no exemplo que davam, vivendo e praticando os ensinamentos de Jesus. Os membros precisam desenvolver nos Grupos de Partilha um relacionamento conforme o que Jesus ensinou: viver, orar, e trabalhar juntos, e tudo dentro do amor que se recebe de Deus, por seu Espírito, para dá-lo aos irmãos”.

• A Comunhão Fraterna (Koinonia):
Consistia em compartilhar todos os bens, espirituais, culturais e materiais.
Na comunidade colocamos nossa vida - nosso tempo - e nossas idéias diante dos outros, para enriquecê-los e enriquecer a nós mesmos, permitindo que o próximo nos estime, nos aconselhe, nos ajude a tomar decisões, a crescer na fé, a nos corrigir. Isso não exclui a própria “responsabilidade”; o apreço e o amor; o processo e o tempo.

• A fração do pão: fonte e ponto alto da vida cristã
A “fração do pão” é considerada o elemento distintivo especial da solidariedade fraterna. O livro de Atos dos
Apóstolos faz referência a isso no mesmo relato:
“De comum acordo, iam diariamente ao Templo com assiduidade: partiam o pão em casa, tomando o alimento com alegria e simplicidade de coração”. (Atos 2,46).

• As orações:
O Evangelho não se refere apenas às orações feitas durante as refeições rituais. Enquanto mantiveram sua união religiosa com o judaísmo, é provável que os primeiros cristãos tenham participado nas orações rezadas durante os atos de culto das sinagogas (At 3,1). E também rezavam os Salmos. A oração comunitária de At 4, 24-30 nos mostra um exemplo de como a nova fé conseguiu expressar-se na oração dos Salmos, nos quais predominam o louvor e a ação de graças.

Descrição de um Grupo de Partilha (GP)

A) Introdução

Grupo de Partilha visa aprofundar e promover a oportunidade de uma vivência evangélica mais fraternal e solidária. Como é um GP em Família deve-se promover o amor, a solidariedade e a fraternidade entre seus membros.
São chamados a viver uma experiência de Comunidade e a se comprometer com a instalação do Reino de Deus.

B) Grupo estável de pessoas

Um Grupo de Partilha é formado pelos membros da família e seus familiares, que se reúnem periodicamente (uma vez por semana normalmente) para crescer juntas e se ajudarem, a fim de realizar em suas vidas cotidianas a integração fé e vida.
Muitas vezes participam do GP outras pessoas que não fazem parte da família, mas que vão aprender a se motivar para começar um GP em sua própria família.
Quando o GP tem muitos participantes pode-se dividir em dois grupos ou fazer pequenos grupos para partilhar a Palavra e depois fazer um plenário.
De todas as formas, o número não é um dado rígido, em cada GP deve ser visto qual o mais conveniente, de acordo com as circunstâncias do grupo.
Como são grupos, significa que existe um processo de formação, crescimento e amadurecimento, comum a todos os grupos humanos, e com as mesmas leis que caracterizam qualquer grupo: funções, participação, etc.

C) A dinâmica do Grupo de Partilha (GP)

A dinâmica do grupo, como um todo, baseia-se no INTER-RELACIONAMENTO PESSOAL, que, por sua vez, apoiasse na PARTILHA. Esta característica acentua-se em todo Grupo de Partilha, pois o fim pretendido - integração fé e vida - não pode ser atingido senão na comunicação sincera da própria pessoa: partilha de seus pensamentos, vida e da forma concreta de compreender o Evangelho e as suas aplicações práticas à vida diária.

D) A partilha ocorre de duas formas:

• Nossa vida
Muitas vezes nas reuniões de Partilha as pessoas se sentem impulsionada em partilhar algo de suas vidas, isto acontece em grupos que já se reúnem a algum tempo. Quando gera confiança e apoio no grupo. Mas não se deve forçar este tipo de participação e sim fluir naturalmente como fruto de comunhão.
• A Palavra de Deus
À proporção que incentivamos as pessoas a ter períodos diários de silêncio e oração, elas passam a trazer para o encontro coisas específicas que Deus lhes revelou. É em comunidade também que a partilha da Palavra de Deus pode nos trazer luzes sobre o cotidiano e orientações claras de como proceder em diversas circunstâncias. Por isso que a cada reunião do GP é proposto um texto da Sagrada Escritura para a partilha e orientado uma série de textos para a leitura e reflexão diária.
Como o GP é um grupo que procura integrar fé e vida de cada um de seus membros, é indispensável que seja um grupo de escuta onde a oração e a vida são partilhadas: lugar de encontro entre Deus e as pessoas.

E) Grupos estáveis de condições semelhantes

Os GPs não são grupos para durarem alguns meses, enquanto dura um trabalho, estudo ou tarefa. Já foi indicado que sua finalidade é aprofundar e promover a oportunidade de uma vivência evangélica mais fraternal e solidária, e ao mesmo tempo preparar e formar pessoas que procurem multiplicar este trabalho como apostolado; conseqüentemente sua duração é ilimitada.
Isto não quer dizer que não pode haver mudanças nas pessoas que integram um GP; simplesmente enuncia-se uma realidade ideal, que depois será adaptada às condições reais da vida de cada um dos que integram o GP.
Ao qualificar um GP como grupo estável, também queremos dizer que as pessoas que o integram vivem uma situação de vida, de certo modo, em condições semelhantes. Quer dizer que são pessoas que já fizeram uma opção sincera e real por Jesus Cristo e estão buscando uma maneira mais concreta e profunda de viver o seu Evangelho.
O GP é importante para que o fiel participante possa tomar as decisões de compromisso com a Igreja, com o Evangelho, com a Missão, com a Comunidade.

F) Chamados a viver em comunidade

O sentido de comunidade nasce nos GPs, da experiência profunda e radical da vocação cristã, à qual somos chamados pelo Batismo. Ao sermos incorporados à vida de Cristo e sermos chamados a viver como Ele, faz com que cada grupo deseje experimentar em si mesmo aquilo que depois será objeto de testemunho perante os outros. A comunidade é uma experiência concreta de unidade no amor e na ação; ela será sacramento do amor de Cristo a todos seus membros.
É uma pequena parcela da Comunidade, portanto deve alimentar a experiência comunitária mais ampla e alimentar-se desta mesma experiência.
É uma célula da Comunidade, cujos membros estão unidos entre si pelo mesmo compromisso, pela mesma experiência religiosa, pelo batismo, pelo modo de ser Igreja e pelo amor filial a Maria.
A aceitação entrega e participação de todos irá tornando mais clara e transparente o amor do Senhor Jesus para cada um, e a salvação experimentada no interior do Grupo de Partilha será a força que impulsionará cada um a levá-la aos outros. Um GP poderá ser testemunha, um indicador de uma experiência onde cada um encontrou o amor misericordioso de Jesus Cristo feito realidade, encarnado no mundo, acessível, para seguir sendo salvação para todos.
Como GP de uma comunidade é:
• Koinonia: lugar de partilha e oração
• Kerigma: anúncio para todos os participantes e testemunho para os de fora
• Diakonia: serviço uns aos outros para que não exista “nenhum necessitado entre eles”.
• Catequese: formação constante e seqüente da Fé
Os GPs não são fechados em si mesmos, nem em seu próprio trabalho apostólico. Implica em ter uma visão mais ampla, da missão de própria Igreja-Comunidade, de cada serviço (ministério) na Comunidade. Por isso, o GP se sente parte de uma expressão de Igreja que compreende outros Grupos de Partilha. Compreende que está inserido num mesmo ambiente pastoral em que estão presentes outras expressões de Igreja. Os GPs não podem perder a noção de que são parte de uma comunidade mais ampla.

G) O Compromisso de Serviço


São Paulo nos ensina que fomos libertos em Cristo para servir (cf Gl 5,13) conforme o que aprendera de Jesus Cristo que, constantemente, insistiu neste ponto. (cf Mc 10,45; Jo 13,3-5). Jesus tornou-se um “Servo” para nos ensinar o caminho do servir.
O caminho da vida cristã leva, necessariamente, ao serviço que traduz a maturidade e o compromisso do cristão com sua vocação. Não é compreensível uma vida cristã sem um compromisso de servir.

H) O compromisso de serviço é dado, pode-se dizer, em duas instâncias:


• na situação vivencial de cada um, onde somos chamados a viver a consagração prioritariamente à renovação e santificação da ordem temporal.
• no engajamento nas atividades apostólicas da Comunidade. Não é um serviço no qual participa todo GP obrigatoriamente, embora isso não seja excluído; mas acontece que cada pessoa se sentirá chamada a um tipo de serviço, vocacionada a um trabalho. Considerações
Participar de um Grupo de Partilha é, antes de tudo, um convite a começar um caminho, cujo fim, em aberto, cada um deverá descobrir em comunidade, com a ajuda dos outros.
Embora este caminho seja, no início, algo quase desconhecido, já no começo encontram-se as principais motivações para caminhar.
De um modo geral, podemos dizer que uma pessoa ou uma família que inicia o caminho dos Grupos de Partilha, possui:
• uma experiência pessoal do Amor de Deus;
• uma atitude de procura, manifestada no desejo de dar um sentido a sua vida;
• um desejo de dinamizar a fé pessoal através de uma relação mais constante e intensa com Deus;
• um desejo de transformar o contexto em que vive;
• uma necessidade de viver com os outros, de se relacionar na amizade e de crescer no serviço.
Estas motivações aparecem mais claramente ou não, de acordo com as situações e circunstâncias em que as pessoas vivem e refletem também o processo de evangelização de cada uma.
A caminhada vai delineando atitudes, aprofundando-as, enriquecendo-as com a experiência, permitindo conversões progressivas, nas quais o Grupo e o indivíduo crescem como cristãos como pessoas e em generosidade.

Dinâmica do Grupo de Partilha

A experiência que temos com o GP é o que nos leva a propor uma metodologia de reunião em que podemos atender as necessidades do grupo. Em nossas reuniões será contemplado: Oração, Palavra de Deus, partilha. Em nossas reuniões são usados alguns símbolos e sinais que fortalecem estes momentos.


Símbolos e sinais


Nós seres humanos temos a necessidade de símbolos e de sinais que nos ajudam a entrar em clima de interiorização. Na verdade o símbolo nos arremete ao transcendente e nos ajuda a orar ou gerar um clima de oração, respeito…
Assim em nossas reuniões temos o costume de usar:
Crucifixo:
A Cruz do Senhor a quem tudo é dirigida.
Estampa de Nossa Senhora:
Maria Mãe de Deus a quem colocamos todas nossas necessidades para que como Mãe interceda por nós.
Pão e suco de uva ou uva:
Estes símbolos são para representar nossa união e participação em comunhão de família e em Cristo. Certamente não podemos entender ou confundir com a Eucaristia. É simplesmente um símbolo de comunhão entre irmãos. Ao final da reunião todos dividem o pão e a uva ou o suco de uva.
Partilha do Pão:
As famílias levam para a reunião algum alimento: salgadinho, bolacha, refrigerante, etc. Para que ao final sejam degustados por todos.

Local da reunião:


Fica a critério dos membros participantes, mas seria bom que cada reunião acontecesse na casa de um dos membros.

Seqüência da reunião:


• Chegada dos participantes
• Oração inicial com a recitação do terço. Este momento mariano é muito importante, pois colocamos nas mãos de Nossa Senhora nossas famílias e nossas necessidades.
• Leitura da Palavra de Deus: Neste momento todos em pé quando a Palavra de Deus é proclamada.
• Partilha da Palavra: Após a proclamação da Palavra, a palavra fica aberta para a partilha onde se pode dividir em pequenos grupos de 3,4 pessoas conforme o número de participantes.
• Conclusão: O responsável, coordenador ou moderador do encontro faz um fechamento, uma conclusão do que foi falado buscando palavras de vida para todos e direcionando na vida em Deus e naquilo que Ele quer para cada um.
• Oração final: todos de mãos dadas rezando um Pai Nosso, Ave Maria e Glória.
• Abraço da Paz: Os primeiros cristãos saudavam com o ósculo santo (beijo na face), nós nos abraçamos desejando a Paz de Jesus.
• Partilha do pão e do suco de uva ou uva: Neste momento parte-se o pão e juntamente com o suco ou a uva vai se distribuindo entre os participantes.
• Partilha da mesa: Diante do que trazido pelos membros faz-se a partilha do alimento em um momento de descontração, fraternidade e alegria.
Oração para todos os dias:
“Enviai Senhor,  operários para a vossa messe. Pela poderosa intercessão da Bem Aventurada e sempre Virgem Maria, pois a messe é grande e os operários são poucos”.

Oração a São José:

São José. Fiel guardião da Casa de Nazaré, escolhido por Deus para administrar e zelar pela Sagrada Família. E que diante de tão grande missão por ti realizada com tanto esmero e apresentando-a ao Pai com as mãos cheias de dignas realizações. Recorro a ti para que administre a minha vida nas áreas: social, profissional, nos negócios, nos bens, na minha vida espiritual, familiar e de comunidade. Sendo para mim um intercessor predileto. Querido São José, valei-me em todas as minhas necessidades. Amém.

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